segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Vendo o ano que decorreu, o presente é visto em neblina, e sem conseguir ver o que vem

Ontem fui ler um pouco do que publiquei aqui durante o ano, sinto uma ausência tão grande, ausência de intensidade....
Ontem no culto levaram-nos a pensar sobre as contrariedades que se nos apresentam, que às vezes por as condições serem contrárias nós achamos que não estamos na vontade de Deus, começamos a tremer diante das tempestades, falamos sobre a vida de Paulo, como diante da tempestade ele estava mesmo na vontade de Deus, fizeram-me pensar... fizeram-me voltar a uns meses atrás e relembrar o que li o que me tocou o que me falou, como na altura a paz era tão grande e a música... sai da tua terra da tua parentela da casa do teu pai, para a terra que eu te mostrarei... eu sai... estou aqui, mas mas mas será que aquela música era para mim, aquele pensamento sai da tua tenda... o que estou aqui a fazer? É para ficar? Não é? Quero não quero? Afinal o que quero? Tantas foram as experiências durante o ano, em determinadas alturas e agora há uma sequidão tão grande, Tu falas comigo, mas há uma secura, uma frieza, por um lado sim, por outro não...
Usas-me quando eu menos esperava, fazes sair de mim palavras sentidas de esperança, amor, entusiasmo... És tu que falas, És tu que exortas, que aconselhas, És tu que dizes palavras de sabedoria És Tu És Tu!

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