sábado, 26 de dezembro de 2009

Este texto tah muito cinzento para esta altura do ano

São três da manhã e eu aqui acordada sem sono... pela minha mente fluem questões, que ao pensar sobre elas, ao discorrê-las, ao questionar as próprias questões, chateio-me por coloca-las.
Porque é que simplesmente eu não vivo com elas na boa como outros tantos, porque é que nuns dias as ignoro e nem sequer considero a sua existência e noutros momentos elas ganham uma dimensão tal que eu tenho que discorrer sobre elas, para ver se me livro, liberto das mesmas, porque é que é difícil ignorar o pensamento?
E começa a doer-me a cabeça se não falar sobre o assunto, ao mesmo tempo achando-me mesquinha por colocar estas questões?
A mala está feita, mas enquanto decido se passo novamente a roupa que já foi passada e que por vir na mala ficou amarrotada, voltando para a mala obviamente ficará amarrotada.... rrrr, pensando sobre o próprio pensamento, questionando-o... criticando-o, é esse o método do Augusto Cury no tal livro que andei bué para o comprar... que ironia eu que não gosto de calhamassos, os livros com trezentas páginas no mínimo entediam-me, e quantas noites, ao fim de dias cansativos de trabalho eu deito-me e leio algumas páginas daquele livro que me cativa... não me lembro do título ahahahah, cativa-te e nem te lembras do título.... Inteligência Multifocal de Augusto Cury.
Por aqui chove, as janelas são diferentes, há muito tempo que não ouvia este som da chuva a bater na janela, ao menos é diferente do que estou habituada, de tal modo que desperta a minha audição... penso sobre a necessidade de divagar, para no interior concentrar , raciocinar, ah! Como lidar com alguns amigos, algumas características nos influenciam, e as características que são deles ficam a fazer parte da nossa vida por momentos, influenciam os nossos hábitos...
Pelo menos duas são as perguntas que coloco e acho básicas, e nada questionáveis por alguns ou muitos ou muitíssimos da humanidade...
Peruque ou Porque é que... esqueci uma das perguntas... uma delas é: porque é que lógicamente as pessoas fazem o que não desejam fazer, fazem porque a sociedade as influencia, e como é óbvio estou incluída nesse grande grupo, na maior parte das vezes.
Sinceramente, porque é que as pessoas enviam sms no Natal e passagem do ano, quando durante o ano nem uma vez se lembraram de ti para perguntar como estás?
Não é isso contraditório, é alívio de consciência? É arrependimento? Mas afinal quem sou eu para questionar o outro quando eu faço o mesmo?
Porque temo receber prendas de quem, eu me lembrei de comprar prenda, mas optei por não fazê-lo.
Porque acho simplesmente que em grande parte das vezes é pura hipócrisia.
Isto é, estou a ser extremista num ponto... pois é, uma das minhas tendências em determinado momento.
Acho super natural ...
Tentando ver os diferentes pontos da situação, é outro parâmetro da teoria do Cury, mas faço isto, não para aplicar a sua teoria, mas porque também tenho esta tendência, acho que é mais realista quando tento mostrar a mim mesma os diferentes pontos de vista, é uma caracte´rística que vim a desenvolver com aqueles amigos que insistem em deixar claro que eu vivo muito na emotividade, o que em muitas vezes é verdade, mas não serão voçês mt racionalistas, independentes de alguma emotividade?
Tento colocar o me pensamento no sítio certo, mas há aqui uma parte que não está perfeitamente equilibrada e em sintonia, temo q possa magoar muitos daqueles que em tantas vezes penso que não me entendem, não me compreendem, mas se continuo assim onde vai parar o meu grupo de amigos? Morre!
Outra pergunta das básicas: Porque é que hj em dia tendo alguém telemóvel para ligar, qd fica sem saldo, desculpa-se que está sem saldo qd supostamente devia enviar sms, ou ou simplesmente contactar c alguém?
Sabes onde mora a tal pessoa? Vai lá! Tens carro, taxis, bikes, boleias, bus à disposição, comboios etc etc metro eléctrico, sei lá, tens moedas na carteira e cabines telefónicas, tens pais e amigos com móveis. Mas sem guito? Pede um sos extra, faz alguma coisa não te desculpas, com desculpa sem fundamento... pelo menos para mim que coloco todas estas hipóteses. Ou então sê sincero/a e diz não me apetecia ligar, não me apetecia, não queria não ... ah! E a net? em último caso, recurso é um meio de comunicação ou não é?
Outra coisa que me aborrece, é que mesmo tendo sms grátis tanto p uma rede como outra e até chamadas "grátis" para uma das redes, não significa que esteja todo tempo a ligar ou a atender.
Quantas vezes ficamos mal porque os moveis tocam e nós não queremos atender, mas a pessoa q está connosco diz atende atende, olha o telemóvel está a tocar... e eu penso ya, mas eu n m apetece falar. E depois o outro que ligou mais tarde diz, ah! Eu liguei. E depois? Eu tenho que estar disponível para atender quando tu queres? Ya
Pensei assim muitas vezes.... depois da minha mana ter o acidente, sempre que ela ligava independente da hora, ali estava eu pronta a atender... "traumatizada" por causa do acidente.
MAs até onde é que vamos chegar? Neste mundo de novas tecnologias? Ou seja... agora vem aquelas frases pré-feitas e muito ligadas à psicologia não é o quê, mas o como é utilizado!
Estou numa fase que pergunto Who cares? Que se dane! Estou tão farta de protocolos e etiquetas e supostamente correctos, claro que não é lícito andar para aí a ser incorrecto e blá blá blá...
Mas sê tu próprio, o pessoal vive preso em si próprio, dizendo assim porque é assim ... ou isto ou aquilo q se deve dizer... as frases supostamente correctas irritam-me!
Como uma conversa entre amigos ou amigas... uma partilha uma coisa blá blá blá e a outra tá logo pronta a dar uma resposta, a tentar ressolver o problema da outra pessoa, mas quem é qe pediu uma resposta? Estou cansada, e em parte aborrece-me irrita-me pensar assim, porque dentro de mim há questões com que sou confrontada e como isso não está em equilíbrio tudo se desequilibra....

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